SETE PONTOS - para concretizar a sociedade do conhecimento

EDITORIAL
O lançamento do primeiro número de SETE PONTOS já nos proporcionou uma série de comentários elogiosos e propostas de adesão que não só são muito bem-vindas, como já começam a aparecer neste novo número.
Nossa proposta é exatamente a de sensibilizar as pessoas para o entendimento da sociedade em sua relação com a tecnologia e, quanto mais colaboradores tivermos, maior será a mobilização da sociedade em torno deste importante tema.
Questões tais como a Informática e a Internet na educação, os afrodescendentes online, a segurança na Internet e os meios de proteção por parte dos usuários estão nesse número com o mesmo intuito de tornar acessíveis os vários enfoques a respeito de uma desejável inclusão digital.
A cada edição de SETE PONTOS, temos uma nova expectativa em relação ao seu conteúdo final e seu lançamento. Pedimos às pessoas que gostaram dessa iniciativa e desejam receber as próximas edições, que assinem o informativo enviando um email para setepontos-subscribe@yahoogrupos.com.br.

 
NESTA EDIÇÃO

Incluir a sociedade no debate
sobre a inclusão digital
,
por Adilson Cabral
Para estimular o interesse da sociedade sobre o tema, é preciso fazer mais do que importantes debates e eficientes documentos, mas contemplar uma política de inclusão da própria sociedade civil dos mais diferentes setores, a começar pela "tradução" dos mais diferentes documentos e processos que a sociedade civil envolvida no debate do processo governamental e junto à ONU, de preparação para a Cúpula Mundial da Sociedade da Informação vem travando nos mais diferentes fóruns.

Conhecimento Global de Domínio Público
Força social, econômica
e técnica do software livre

Porto Alegre sai na frente
na utilização desta tecnologia
O governo do Rio Grande do Sul teve a iniciativa de introduzir o uso preferencial de softwares livres na área pública. Com esta finalidade, foi formada uma coordenação estadual de governos municipais, empresas públicas e privadas, universidades, ONGs, dentre outros, que originou o Projeto Software Livre RS. No âmbito nacional, os gaúchos estão na frente, pois, durante os três anos de existência do projeto, 319 empresas privadas foram cadastradas, sendo 95 gaúchas que utilizam esta tecnologia no país." (Texto completo)

Educação para a informática e a Internet
Internet nas escolas ainda faz diferença
caminhos para promover
a inclusão digital dos alunos
A Internet é considerada uma ferramenta importante na pesquisa educacional, porém poucas instituições têm condições de investir. Isso acaba prejudicando os estudantes. Assim,
é preciso que o governo, ou mesmo a iniciativa privada, incentive a compra de computadores nas escolas, para proporcionar aos alunos uma maior vivência de suas potencialidades. (Texto completo)

Governança democrática
Governo debate inclusão digital
com sociedade civil e população

o que se pode esperar da Segunda Oficina para Inclusão Digital em Brasília
No evento foram discutidas as estratégias de inclusão e equiparação de oportunidades para a população brasileira, em relação aos recursos das tecnologias de informação e comunicação existentes. Seus representantes esperam que os desdobramentos sejam positivos, m
as será que cidadãos comuns acreditam que o governo conseguirá incluir digitalmente os que estão desconectados da Internet? (Texto completo)

 

Governança da Internet.BR,
por Alexandre Rangel (SOCID)
Governança na internet significa criar processos para garantir a regulamentação do acesso à informação digital na Net, criando assim uma gestão segura, confiável e eficaz dos processos automatizados que garantem o funcionamento e a comunicação das redes e dos dispositivos plugados na Internet. Esta é a definição técnica de um processo que precisa colocar na balança os aspectos culturais de cada local. Logo, é uma tarefa que, além de demorada, necessita da interferência da sociedade civil através de seus principais atores sociais.

Os três pilares da inclusão digital,
por Antonio da Silva (UEM)
Nos últimos anos, tem sido apregoado aos quatro cantos do Brasil a necessidade de se fazer a inclusão digital para aqueles indivíduos que não têm acesso às tecnologias de informação e comunicação ou simplesmente TIC’s, como são mais comumente conhecidas. Três pilares formam um tripé fundamental para que a inclusão digital aconteça: TIC’s, renda e educação. Não é difícil vaticinar que sem qualquer um desses pilares, não importa qual combinação seja feita, qualquer ação está fadada ao insucesso.

Diversidade cultural e linguistica
A face virtual do racismo
Afrodescendentes buscam seu espaço na Rede
Os negros brasileiros visitam os mais diversos tipos de sites, assim como os brancos. Mas, poucos possuem acesso à Internet, já que a maioria é de baixa renda. Segundo o Mapa da Exclusão Digital, divulgado recentemente pela Fundação Getúlio Vargas e pelo Comitê pela Democratização da Informática, considerando a população brasileira que se auto-intitula negros e pardos, os incluídos digitais se restringem a apenas 17,74% dos internautas. (Texto completo)

Segurança da informação
"Você precisa de uma Internet
que te dê segurança"

Vírus, ciberterrorismo e ataques de hackers: as principais dores de cabeça dos usuários
Para evitar os ataques aos computadores e à Internet, o NIC BR (Network Information Center), coordenada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, está trabalhando com outras entidades, como as polícias, provedores de acesso e serviços Internet e backbones, e oferecendo ajuda no processo de recuperação e análise de sistemas comprometidos por ataques de hackers e até de ciberterrorismo.
(Texto completo)

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Enquanto isso ...
na América Latina
organizações da sociedade civil definem propostas de Declaração e Plano de Ação para a Cúlpula Mundial da Sociedade da Informação. Clique nos links para salvar os documentos em sua primeira versão. Em espanhol, formato pdf.
 

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SETE SITES PARA SABER MAIS SOBRE A CMSI
 
 

EXPEDIENTE
O informativo eletrônico SETE PONTOS tem o propósito de evidenciar a materialidade dos princípios manifestados no documento "Sete princípios: prioridades propostas pela sociedade civil - CMSI", elaborado pelo Comitê de Redação do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil em Conteúdos e Temas para a Cúpula Mundial da Sociedade da Informação.

É uma iniciativa apoiada pela Universidade Estácio de Sá, através da Sub-reitoria de Ciências Humanas, como parte integrante do Núcleo de Tecnologias Avançadas - NTA e conta com a participação de colaboradores e bolsistas que tornam possíveis esta publicação. É desenvolvido também em parceria com a ONG Sociedade Digital e a Rede feminista DAWN.

Coordenação: Prof. Ms. Adilson Cabral, Alexandre Rangel e Magaly Pazello
Projeto visual e editorial: Prof. Ms. Adilson Cabral
Edição e Revisão de textos: Profª Ms. Eula Dantas Taveira Cabral
Colaboradores: Gabriella Ponte, Flávio Gonçalves de Souza e Antonio Mendes da Silva Filho